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| Maria José da Silva - Dirigente do Simpa |
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Conselho Político do SindProfNH recebe representante do Simpa que elogia a Greve de Novo Hamburgo
terça-feira, 21 de julho de 2015
Assembleia dos Professores delibera nova proposta para o executivo
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Executivo recua nos acordos realizados na Primeira Mesa de Negociação
terça-feira, 7 de julho de 2015
Informe sobre os calendários escolares
O Sindicato dos Professores Municipais de Novo Hamburgo tem recebido nos últimos dias denúncias de escolas que tem tido seus calendários escolares rejeitados pela Secretaria de Educação.
As diretoras têm voltado para suas escolas com a difícil missão de informar a comunidade de que a decisão das assembleias entre pais e professores foi destituída.
Essa arbitrariedade muito nos espanta em um momento em que na Câmara de Vereadores se discute um projeto de lei que institui os Conselhos Escolares.
Conselhos formados pelos pais que devem discutir as demandas da comunidade.
Por que formar Conselhos se a SMED não respeita a decisão soberana de Assembleias realizadas com os pais dos estudantes? Que tipo de gestão democrática este governo está propondo ao desrespeitar pais, professores e equipes diretivas?
Amanhã, 08 de julho teremos mais uma rodada da mesa de negociação. A orientação do Departamento Jurídico do SindPrfofNH é de que todas as escolas com problemas na aprovação de seus calendários nos envie o calendário que foi rejeitado e o novo calendário imposto pela SMED para o e-mail: sindprofnh@gmail.com
É importante que as escolas façam um protocolo requerendo a ata da reunião realizada junto a Secretaria de Educação onde os calendários foram rejeitados, pois levaremos essas questões para a reunião com o executivo.
Além da proposta do Jurídico estamos iniciando uma mobilização junto às APEMEMs para reivindicarmos o respeito a autonomia das comunidades escolares na construção do calendários que preveem a reposição dos dias letivos.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
A gestão indecente
Sem palavra, sem escrúpulos, sem votos... Um ensaio sobre o modo Lauermann de governar.
Durante a greve dizíamos que “é um absurdo o que acontece em Novo Hamburgo”, mas hoje podemos dizer, com toda a certeza, que o que acontece em Novo Hamburgo é uma piada de muito mau gosto.
Passados mais de trinta dias da audiência de conciliação entre o executivo e o Sindicato dos Professores, onde a Justiça Estadual determinou o entendimento das partes, nosso prefeito decidiu apelar.
Com o intuito de “assustar e punir” os professores, Luis Lauermann tenta passar por cima do acerto realizado na mesa de negociação ao decretar que as escolas percam a autonomia na construção dos calendários escolares, garantida na primeira mesa do pós greve. O chefe do executivo ataca a democracia, desrespeita pais – LEIA ELEITORES – que saíram de suas casas em noites frias para participar de assembleias que definiram os calendários escolares, desrespeita os professores – LEIA ELEITORES FORMADORES DE OPINIÃO – que junto com suas comunidades escolares definiram quais as reais prioridades dos estudantes.
A autoritária vontade do prefeito, que foi eleito na fama do seu antecessor, é de que a partir de agora as escolas tenham apenas três dias de recesso escolar. O que Luis Lauermann quer impedindo que a EMEI Arco-Íris, a Escola Cecília Meireles, Francisca Saile, Maria Quitéria e Adolfina, por exemplo, tenham sete dias de recesso como foi decidido pelos pais?
A resposta é PUNIÇÃO.
Inconformado com o resultado da greve que, inutilmente, ele e seu falido departamento jurídico tentaram parar alegando ser ilegal, o prefeito quer castigar os servidores na tentativa de intimidar a categoria. Para ter êxito no seu ataque à soberana decisão das assembleias com a comunidade, Lauermann conta com o apoio incondicional dos alpinistas políticos da Secretaria de Educação.
Não menos preocupada com sua Função Gratificada, está a diretora de educação, que inclusive move um processo de danos morais contra este sindicato. Sentindo-se ofendida com uma publicação que teve seu nome citado, ela não procurou a entidade para uma retratação e nem ao menos aceitou um acordo. A indenização que nossa colega busca é de mais de 100 mil reais, pagos com o dinheiro de todos os professores, claro.
Não vamos negociar direitos e nem aceitar que Lauermann transforme a prefeitura numa extensão de sua casa, onde sim, pode se dar o direito de dizer e desdizer o que bem entender.
Esse atentado político-passional contra o magistério é porque Lauermann quer vencer a greve, pois se sente castrado politicamente ao ter sido desmoralizado por um bando de mulheres – ele ignora que tenham homens entre os docentes - que carregam o título de professora.
Frente a isso é importante lembrar que ainda estamos no prazo de negociação antes de voltarmos à justiça. Não vamos permitir que o prefeito interfira de maneira autoritária nas decisões da comunidade, não vamos deixar que essa gestão indecente avance sobre nossos direitos.
Apesar da última mesa de negociação ter sido cancelada pelo executivo, não vamos deixar de discutir e garantir que as decisões das assembleias sejam cumpridas na sua TOTALIDADE, quer queira o prefeito, quer não.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Dados de 2013 são publicados pela Prefeitura como atuais
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| Anúncios veiculados nos jornais NH e Zero Hora no dia 29/06 |
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| Documentos enviados à Câmara de Vereadores |
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Pós-greve: A grande lição deixada pelos professores
terça-feira, 23 de junho de 2015
Carta aberta de uma professora sobre a emenda provada pelos vereadores que promove a exclusão de minorias
Ache o problema na redação da Meta Municipal 8 da propostapara o Plano Municipal de Educação de Novo Hamburgo, RS, Brasil.
“Manter e ampliar programas de educação de jovens e adultos para todos os segmentos populacionais que estejam fora da escola e com defasagem idade-série, associando esses programas às estratégias sociais que possam garantir a continuidade da escolarização, com acesso gratuito ao ensino fundamental integrado à educação profissional, ao ensino médio e médio integrado à educação profissional para os jovens, adultos e idosos, respeitando a orientação sexual, a identidade de gênero e os direitos humanos”.
Encontrou?
Na sessão da Câmara de Vereadores do dia 22 de junho de 2015 várias pessoas encontraram.
O problema detectado refere-se às palavras orientação sexual e identidade de gênero. Sim, nosso município não poderia fugir à moda de vários outros que estão colocando em xeque as propostas pedagógicas dos planos municipais que possuem a intencionalidade de dialogar sobre os temas nos espaços escolares.
O que foi apresentado à população durante essa sessão teve muitos argumentos: “Pra quê incentivar os meninos a brincar de bonecas?” “As escolas podem respeitar as diferenças, mas não precisam tocar no assunto! ” “A escola está querendo intervir no papel da família, é a família que é responsável por ensinar o filho o que ele pode brincar ou gostar”. “A escola não pode incitar essas questões, não pode doutrinar sobre o assunto”.
Pois bem, para nós, professores, incentivar os meninos a brincar de bonecas é sobretudo ensiná-los a ser bons paisquando se tornarem um, é saber refletir sobre as formas de tratamento às mulheres, que há muito sofrem agressões daqueles que nunca representaram sua família durante uma brincadeira de boneca.
Para nós, professores, respeitar as diferenças sem falar no assunto é de uma contradição grotesca, inconcebível de ser minimamente respeitada. Isso foge à questão de opiniões diversas e entra no campo do preconceito. Por quê? Faço um relato de uma cena protagonizada em uma das turmas que lecionei, composta por crianças de 8 anos de idade.
Durante um teatro de bonecos, onde contávamos e representávamos histórias das nossas famílias afim de construir as linhas do tempo de nossas vidas, alunos e euconversávamos sobre as diferenças familiares. Até que um colega falou para o outro: O teu pai é puto!
Nesse momento eu teria duas alternativas: ignoro a fala e penso que a família é responsável por falar sobre isso com ele, ou, aproveito o comentário como uma oportunidade de trabalhar o respeito às diferenças, presente desde 1988 na Constituição Federal, e em outros documentos como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e Estatuto da Criança e do Adolescente no que se referem a proteção dos direitos sociais fundamentais coletivos e individuais.
Sabendo do compromisso que minha profissão tem com a sociedade, a opção escolhida foi a segunda.
“O que tu queres dizer quanto tu falas essa palavra querido?”
Sem perceber o quanto o seu modo de falar magoou o colega e soou agressivo, continuou:
“Sora, o pai dele é muito puto, se veste de mulher e tem uma vozinha fina, veado mesmo! Deus que me perdoe, meu pai me disse pra nunca falar com nenhum putão. Essas bixas que gostam de fazer besteira! ”
Bom, nesse momento tivemos uma longa conversa que acabou sendo guiada pelo criacionismo e o evolucionismo,onde ficou muito claro que para muitos alunos a relação entreHomem e Mulher é o certo, pelo exemplo de Adão e Eva.
Acabamos pesquisando tanto a teoria criacionista quanto a evolucionista, e acabamos perguntando sobre os casais daArca de Noé, sempre apresentados como casal de macho e fêmea. Tal foi a surpresa quando leram que uma grande quantidade de animais do mesmo sexo também podem formar um casal no reino animal.
Em nenhum momento eu tive a intenção de incentivar o homossexualismo, mas tive uma intenção muito clara: trabalhar as questões de gênero a partir de conteúdos e preconceitos a partir respeito às diferenças.
Se eu concordar com o que foi dito na sessão da Câmara, que é somente a família a responsável por ensinar o filho o que ele pode brincar ou gostar, eu estaria excluindo o aluno que tem um pai homossexual, deixando brotar dentro de si o ódio tanto pelo colega quanto pelo pai, que foi exposto como“diferente”.
O papel da escola não é incitar o ódio, e, seu eu me omitisse a falar sobre este assunto, naquele momento seria exatamente isso que eu estaria fazendo.
Isso é doutrinar a favor do homossexualismo?
Se essa for a tônica do debate, os professores de história podem incitar comunismo ou socialismo ao estudar as formas de governo. Se essa for a tônica da discussão, deixemos que as agressões entre os alunos aconteçam na nossa frente sem intervir, pois de acordo com o que ouvi ontem, é a família que educa e a escola ensina conteúdos.
O educar e o ensinar permeiam os dois espaços, família e escola, a dificuldade se dá quando o respeito, a tolerância e o comprometimento não existem em uma ou nas duasinstâncias.
Ou se ensina com discussões, debates e perguntas ou assinamos o descompromisso com a maiêutica e a pesquisa nas escolas.
Os quatro pilares para a educação seguidas por vários países com intermédio da UNESCO, prevê que na escola se promova o aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.
Se continuarmos a presenciar discussões torpes como as presenciadas no dia 22 de junho de 2015, teremos que mudar os pilares para: aprender a conhecer o que algumas pessoas selecionarem que pode ser aprendido, aprender a viver juntos desde que eu não veja o que o outro tem de diferente de mim, aprender a ser aquilo que a minha família quiser sem que eu possa escolher ou modificar o meu pensamento a partir do convívio com os outros.
Qualquer semelhança com a idade média não é mera coincidência.
Senhores legisladores, cuidado com a sociedade que vocês estão incitando que se constitua. Por que de nada serve ter pessoas eleitas para aprovar ou não projetos, se essas pessoas não se sentem responsáveis por estudar os assuntos e promover discussões sobre temas como esse.
De nada adianta ouvir vereadores dizendo que aprovaram uma emeda para agradar gregos e troianos. Afinal, ou eu acredito na importância da discussão das questões de gênero por acreditar em uma sociedade democrática ou eu não acredito nisso. Não existe meio termo para ser contra ou à favor do respeito.
Professora Francine Pavan
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Em reunião no SindProfNH diretoras fazem balanço da Greve
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Projeto social ou conserto de goteiras?
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| Foto: Dinheiro Esperto |
Aprovadas nesta segunda-feira (15), as emendas parlamentares totalizando R$ 345 mil em repasses do Orçamento do Município para entidades hamburguenses estão sendo fortemente questionadas. As doações, divididas em R$ 25 mil para cada vereador, beneficiaram apenas doze escolas da Rede Municipal. Este dinheiro seria destinado a projetos apresentados pelas equipes diretivas, deixando de lado necessidades urgentes dos espaços escolares.
“Não tem folha de ofício”, “Não tem bola na Educação Física”, “Não tem porta nem papel higiênico no banheiro” – estas e outras queixas são recorrentes, vindas de professores, pais e estudantes hamburguenses. Isso acontece em muitas escolas, inclusive, na EMEF Sen. Salgado Filho que teve um repasse de 5 mil, de Vilmar Heming. Relembrando, a escola Salgado Filho ainda não teve a prestação de contas do ano passado aprovada, já que, após não conseguir comprovar a finalidade do uso de 16 mil reais, em março de 2014, a diretora foi exonerada de seu cargo.
Como Novo Hamburgo conta com 84 escolas na Rede Municipal, de acordo com o PME, a falta de informações para apresentação de projetos fez com que muitas ficassem de fora, dando a impressão de que só algumas foram alertadas sobre o benefício. Além do mais, este dinheiro é destinado à execução de projetos específicos, não priorizando as reais carências dos espaços escolares, como material de higiene e didático, artigos esportivos, consertos e muitos outros problemas levantados, inclusive durante a greve dos professores, onde a verdade sobre a realidade dentro dos muros das escolas foi exposta a comunidade.
Por outro lado, o SindProfNH questionou dois parlamentares, de base e de oposição, sobre o uso do dinheiro doado a cada instituição. Os vereadores não souberam dizer de que se tratava o projeto de cada escola, nem mesmo as que foram beneficiadas pelas suas cotas. As escolas beneficiadas são as EMEI´s Pica Pau Amarelo e Peter Pan, e as EMEF´s Irmão Nilo, Darcy B. de Castilhos, Caldas Júnior, Guilherme Gaelzer, José de Anchieta, Monteiro Lobato, Padre réus, Afonso Penna, São Jacó e Sen. Salgado Filho.
Qual projeto seria melhor que devolver a dignidade ao ambiente escolar?
terça-feira, 16 de junho de 2015
Ei, professor! Se liga no ensino das religiões nas escolas
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| Foto: Agência Brasil |
sexta-feira, 12 de junho de 2015
A pedra no meio do caminho...
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| Ata da Mesa de Negociações realizada em 12 de junho de 2015 |
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Professores discutem o novo Plano Municipal de Educação
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Reunião do Conselho Político
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Vereadores aprovam reajuste dos próprios salários
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Assista o SindProfNH em Legítima Defesa
SindProfNH garante autonomia das escolas na Mesa de Negociação
SindProfNH no programa Legítima Defesa da WebTv Jornal NH
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Sou Professor Com Muito Orgulho, Com Muito Amor
terça-feira, 2 de junho de 2015
Reunião com Secretária de Educação esclarece mal entendido
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| E-mail considerado retaliação da SMED pela Categoria |
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| Ofício que marca a data da Mesa de Negociações |
























