Assembleia
realizada na Sociedade Ginástica contou com a presença de 1800 funcionários
públicos
Na tarde desta quinta-feira (7), aconteceu a
Assembleia Geral dos servidores municipais de Novo Hamburgo promovida pelo
SindProfNH e Grêmio Sindicato na Sociedade Ginástica do Bairro Rio Branco.
Cerca de 1800 servidores participaram das discussões que definiram os rumos da
greve.
“A categoria está cada vez mais decidida. São mais de 1000 professores parados e com a adesão dos servidores do quadro geral nossa luta ficou ainda mais sólida”, disse Andreza Formento, Presidente do SindProfNH.
“A categoria está cada vez mais decidida. São mais de 1000 professores parados e com a adesão dos servidores do quadro geral nossa luta ficou ainda mais sólida”, disse Andreza Formento, Presidente do SindProfNH.

“O movimento vem crescendo a cada dia. Apesar da
denúncia de que o Prefeito Luis Lauermann estar pedindo a listagem com o nome
dos servidores que estão em greve, o funcionalismo tem se mostrado firme na sua
luta, na certeza do amparo legal”, comentou Andreza sobre as tentativas da
gestão de enfraquecer e tentar tirar a legitimidade do movimento.
Entre as 84 escolas municipais de Novo Hamburgo, apenas quatro não aderiram à greve. Mesmo assim, os professores que estão nas escolas não atendem mais que dez alunos em uma turma, pois a comunidade tem apoiado o movimento. “As colegas que ainda não aderiram o movimento serão procuradas por comissões para avaliarmos os reais motivos de não se juntarem a luta. Se estiverem sofrendo assédio por parte da Secretaria de Educação, vamos garantir apoio e proteção à todos que precisarem. Respeitamos os colegas que podem não ter o desejo de fazer a greve, mas vamos nos opor fortemente ao ataque aos direitos do trabalhador, entre eles o direito de greve”, concluiu Formento.
Entre as 84 escolas municipais de Novo Hamburgo, apenas quatro não aderiram à greve. Mesmo assim, os professores que estão nas escolas não atendem mais que dez alunos em uma turma, pois a comunidade tem apoiado o movimento. “As colegas que ainda não aderiram o movimento serão procuradas por comissões para avaliarmos os reais motivos de não se juntarem a luta. Se estiverem sofrendo assédio por parte da Secretaria de Educação, vamos garantir apoio e proteção à todos que precisarem. Respeitamos os colegas que podem não ter o desejo de fazer a greve, mas vamos nos opor fortemente ao ataque aos direitos do trabalhador, entre eles o direito de greve”, concluiu Formento.
Vale lembrar que se os professores tiverem menos do
que 50% dos alunos em sala de aula, não é considerado dia letivo. A recuperação
dos dias de paralisação provocados pela greve terá de ser cumprida por todos os
professores, inclusive os que permaneceram nas escolas.
Na manhã desta sexta-feira os professores e
servidores promoverão novo ato no Centro Administrativo Leopoldo Petry a partir
das 9h e à tarde estarão concentrados a partir das 14h na Praça do Imigrante.
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